sábado, 26 de novembro de 2011

Mandalas nas Tradições antigas


mandala yantra Mandalas nas Tradições antigas

Tradição Hinduísta

A mandala tradicional hinduísta faz parte do ritual de orientação e do espaço sagrado central, que são: o altar e o templo. É o símbolo espacial da presença divina, no centro do Mundo (Vastu-Purusha mandala).
Chandra e Kumar comentam:
” As mandalas são diagramas circulares e esféricos para a visualização durante as práticas religiosas. É um dos maiores símbolos da experiência humana. Ela é a passagem de um estado para outro, ou seja, do material ao espiritual. Seu centro é uma entidade; sua periferia é a perfeição. É um instrumento visual para a concentração ou meditação introvertida que conduz à realização das formas sobrenaturais que se encontram na mandala.”
Green afirma que a mandala tântrica “é uma das mais importantes da Índia, pois mostra as leis que governam o Cosmos, às quais estão submetidos tanto os homens como a Natureza em si mesma”. O que se chama tântrica refere-se a um texto sagrado hindu em que se associam as evocações de divindades, bem como a aquisição do poder mágico de alcançar a iluminação por meio da meditação. Nesse contexto, a mandala é pintada ou desenhada como suporte para meditação, assim como riscada no chão para os ritos de iniciação.

Tradição Budista

Mandala nas Tradições
Na tradição budista, notadamente entre os adeptos da crença tântrica, a chamada mandala kalachakra (mandala da roda do tempo) está baseada em textos sagrados tibetanos, o Kalachakra Tantra, que segundo a tradição foi ensinado por Buda.
Nessa mandala procura-se visualizar as divindades e seu resultado, que é a obtenção da Iluminação. Essas figurações concêntricas das mandalas são imagens dos dois aspectos que são complementares e idênticos à realidade: o aspecto da razão original, que é inata nos seres humanos (e que utiliza imagens e idéias do Mundo material, ilusório) e o aspecto do conhecimento terminal produzido pelos exercícios físicos e mentais que são adquiridos pelos Budas (Iluminados) e que se fundem uns com os outros, na intuição do estado da mais alta felicidade possível, chamado Nirvana. Admite-se que esse estado mental é de grande liberdade e espontaneidade interior em que a mente humana goza de tranqüilidade suprema, pureza e estabilidade.

Tradição Tibetana

Yantra - Mandalas nas Tradições
O que se chama na atualidade Tibet é uma região autônoma da China contemporânea, com população essencialmente budista. C. G. Jung descobriu que as mandalas na tradição budista tibetana derivam do conhecimento religioso dos lamas.
Essa expressão, lama, significa guru, na tradição hinduísta, mestre. Nesse sentido, os lamas consideram a verdadeira mandala uma imagem interior que, gradualmente, é construída nos momentos de equilíbrio psíquico perturbado ou quando um pensamento não pode ser encontrado e deve ser procurado, porque não está contido na doutrina sagrada.
Podemos entender assim: a mandala como um guia imaginário e provisório de meditação. Daí, a mandala pode se manifestar em suas combinações variadas de círculo e quadrado, o que se chama mundo espiritual e mundo material, respectivamente, assim como expressa a dinâmica das relações que os unem, em tríplice aspecto, ou seja, plano cósmico, antropológico e divino. No centro da mandala situa-se o trono da divindade eleita, sendo que a palavra do mestre é capaz de animá-la.
Observa-se, pela atividade ritualística, que, segundo essa tradição, a mandala é compreendida como imagem e motor da ascensão espiritual. Essa ascensão espiritual, na tradição oriental, segundo Hinnels, procede de uma interiorização cada vez mais elevada da vida e ainda de uma concentração progressiva do múltiplo no uno: ou seja, o “eu” reintegrado no Todo e o Todo reintegrado no “eu”.
A escritora Fioravante admite que, além de guia de meditação, existe uma energia nos desenhos mandálicos, e procura oferecer uma classificação e explicação das suas funções. Essas referidas mandalas podem ser regeneradoras, equilibradoras e mesmo ativadoras dos processos físicos, podendo produzir alterações energéticas positivas nos níveis material e espiritual do homem, de acordo com as tradições religiosas. Diz, textualmente: “O campo de força de uma mandala modifica a energia em vários níveis. Ele estimula a mente a equilibrar as emoções e ativa os processos físicos ajudando a restabelecer sua função plena. A mandala é uma fonte de cura”.
Moacanin procura, por sua vez, estabelecer uma síntese da relação da psicologia junguiana com o budismo tibetano em sua maior profundidade. Sinaliza que a mandala é realmente um símbolo importante porque são imagens que contêm elementos opostos, agrupados em torno de um núcleo central. Diz: “desse modo revela para o discípulo a interação de forças que operam no Cosmos, bem como dentro da própria psique”.
Argumenta esse estudioso que as mandalas são símbolos religiosos e filosóficos com sentido determinado pela tradição tibetana, e brotam de visões e experiências interiores dos praticantes da meditação altamente desenvolvidos e ainda mais: num meio ambiente muito especial e espiritualmente criativo.
Vários autores, entre eles Jung, Chevalier e Gheerbrant, Samuels, Shorter e Plaut, oferecem-nos auxílio para a compreensão da conceituação da mandala, que pode ser compreendida como círculo mágico, símbolo do centro, da meta e do si-mesmo, enquanto totalidade psíquica, de centralização da personalidade e produção de um centro novo nela. Nesse sentido, Chevalier e Gheerbrant explicitam que a mandala é, concomitantemente, a imagem e o motor da ascensão espiritual, que procede de uma interiorização cada vez mais elevada da vida. É ainda através de uma concentração progressiva do múltiplo no uno que o eu pode ser integrado no todo e o todo reintegrado no eu. C. G. Jung recorre à imagem da mandala para designar uma representação simbólica da psique, cuja essência nos é desconhecida. Observou que essas imagens são utilizadas para consolidar o mundo interior e para favorecer a meditação em profundidade.Entre as representações do Self, quase sempre encontramos a imagem dos quatro cantos do Mundo, com um centro de um círculo dividido em quatro. Jung usou a palavra hindu mandala círculo mágico) para designar esse tipo de estrutura, que pode ser compreendida como uma representação simbólica do átomo nuclear da pisque humana.
Texto baseado no artigo de Monasila Dibo: “Mandala: um estudo na obra de C G Jung”.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

BUDISMO: A VIDA DO BUDA SAKYAMUNI

O budismo tem sua origem nos ensinos expostos pelo Buda Sakyamuni na Índia, há aproximadamente 3.000 anos.
Este grande homem de sabedoria, embora nascido como um príncipe, deixou seu palácio e título, dedicando incessantes esforços para atingir a iluminação, e lançou a luz da felicidade humana sobre o povo indiano.
Nos dias de Sakyamuni as pessoas não tinham forte interesse em manter exatos registros históricos.
Antes de registrarem as datas dos eventos mutantes na sociedade, estavam muito mais interessadas em descobrir o significado atrás de tais eventos em relação à natureza eterna do universo.
Neste sentido, o ambiente cultural indiano estava propício à formação de profundos pensamentos filosóficos e religiosos.
O fruto deste ambiente cultural foi naturalmente o budismo, o desafio de Sakyamuni ao bramanismo e aos outros pensamentos estabelecidos.
Nascido como filho dos governantes do reinado dos Sakya, rei Suddhodana e rainha Maya, o iluminado foi chamado deSiddhartha Gautama, ou seja "aquele que realiza todos os desejos", indicando que todos os desejos de Suddhodana foram realizados após o nascimento de seu filho e a subseqüente prosperidade que veio ao seu país.
O local de nascimento de Siddhartha foi Lumbini, a aproximadamente 15 milhas de Kapilavastu, atualmente localizada nas planícies de Terai, no Nepal.
Naquela época, essa região era fértil e pacífica, e seus habitantes tinham uma vida voltada à agricultura. O nomeSuddhodana, que significa "arroz leitoso puro", refere-se ao fato de Terai ter sido uma região de rica colheita de arroz.
Contudo, a despeito de sua prosperidade agrícola, Kapilavastu sofria com a situação política turbulenta. Não era um país completamente independente, mas obrigado a pagar tributos à potência vizinha, Kosala.
Vendo o precário estado de sua pequena e impotente tribo que estava destinada a ficar sob o governo das potências vizinhas, esperava-se que Siddhartha, o príncipe herdeiro do clã dominante, suprisse a necessidade de liderança no futuro.
A mãe de Siddhartha morreu sete dias após seu nascimento e assim o príncipe foi criado por sua tia Mahaprajapaty.
A morte de sua mãe teve uma grande influência no jovem que mais tarde se tornou muito interessado pela questão da morte. Seu pai tomou muito cuidado com seu introspectivo e calmo filho e deu-lhe especial treinamento em literatura e artes marciais.
Como um menino, Siddhartha foi deliberadamente protegido do lado mau da vida. Diz-se que ele foi criado em três locais, um em cada uma dessas estações: inverno, verão e monção.
Seu pai cercou-o de opulência a fim de impedi-lo de ver as realidades da vida que o pudessem fazer renunciar à sua vida como um príncipe.
Ele cresceu como um fino homem com uma notável personalidade, qualificado em todos os aspectos a ser um grande líder.
A despeito de sua instrução luxuosa, Siddhartha possuía uma aguda sensibilidade e um profundo amor pela justiça, que o animaram a superar as condições difíceis em seu pais e a meditar profundamente sobre o destino do homem.
Preocupado com a introversão de seu filho, o rei procurou ligá-lo à vida mundana. Quando tinha dezesseis anos, o jovem príncipe, embora desejasse tornar-se um asceta, concordou em se casar.
Siddhartha concordou com a condição de encontrar uma moça "de perfeitas maneiras, verdadeira, modesta, simpática, de bom temperamento, de berço digno, jovem e bela, mas não orgulhosa de sua beleza, caridosa, abnegada, suave como uma irmã ou uma mãe, não interessada em música, perfumes, festividades ou vinho, de pensamentos, palavras e ações puros, a última a dormir e a primeira a se levantar na casa em que moraria."
Siddhartha escolheu Yasodhara para ser sua esposa e tiveram um filho, Rahula. Todavia, seu casamento de prazer e pompa somente aumentou seu descontentamento
Os primeiros passos para a iluminação
Um dia ele pediu para visitar os jardins reais. No caminho, contudo, ele viu um homem muito velho cruzando seu caminho e assim retomou triste ao palácio.
Numa outra visita, encontrou um doente ardente em febre.
Na terceira visita, viu um homem morto.
Ainda numa quarta aventura, ficou impressionado quando se encontrou com um monge (bhiksu) errante, que tinha renunciado ao mundo a fim de levar uma vida austera na procura da iluminação espiritual.
"Ele vive", disse seu cocheiro, "sem paixão ou inveja e mendiga seu alimento diário".
O príncipe respondeu: "Está muito bem e anseio pelo mesmo curso de vida: se tornar-se religioso é louvado até mesmo pelo sábio, este será o meu refúgio e o de outros, produzindo o fruto da vida e da imortalidade."
Diz-se que os jovens indianos, especialmente os da classe superior daqueles dias, basicamente procuravam dois ideais: ou tomar-se um líder militar ou um mestre espiritual.
Siddhartha Gautama escolheu o segundo e tomou-se um asceta. Sua escolha pode bem ser chamada de escolha entre a paz e a guerra.
Ele estava firmemente determinado a buscar a verdade eterna que possibilitasse a verdadeira felicidade para a vida em vez da fama temporária ou riqueza que muda caprichosamente com o passar do tempo.
Hoje, os eremitas são vistos como pessoas que tem um modo de vida incomum ou pessimistas separadas dos assuntos mundanos.
Mas, naquela época, tornar-se um eremita era considerado um assunto natural para os intelectuais que procuravam a verdade da vida.
Após o nascimento de seu filho, que poderia tornar-se seu sucessor, Siddhartha tentou separar-se de sua família e do trono.
Ele estava destinado a encontrar a solução para os sofrimentos humanos - velhice, doença e morte.
No dia da renúncia, Siddhartha pensou em dar uma olhada em seu filho, e dirigiu-se aos aposentos de Yasodhara. Sua esposa estava adormecida em seu leito, com sua mão descansando suavemente sobre a cabeça de seu filho.
Siddhartha parou antes de entrar no aposento e pensou: "Se levantar a mão de Yasodhara e abraçar meu filho, ela acordará e minha partida será impedida. Retornarei e vê-lo-ei após ter atingido a iluminação.
Ele viajou uma grande distancia para visitar Magadha, então o centro cultural e político da índia, determinado a buscar novos pensamentos e cultura.
Em Magadha vários monges sérios estavam reunidos de todos os cantos do país.
Entre eles estavam as seis principais figuras que tinham começado a destruir o sistema de valor estabelecido pelo bramanismo.
Ele viu-se descontente com o extremo negativismo e os rigorosos mandamentos deles, e procurou instrução de duas outras autoridades brâmanes, mas também viu que de nada adiantava.
Convenceu-se de que a prática de meditação deles não devia ser considerada o próprio fim, mas os meios pelos quais atingiria a iluminação para o verdadeiro significado da vida e da morte.
A procura de algo mais profundo, Siddhartha deixou o eremitério da Rajagrha, a capital de Magadha, e recolheu-se na floresta próxima de Uruvilava-grama, uma vila situada às margens do rio Nairanjanana.
Visto que o ascetismo rigoroso era visto como algo essencial para se atingir a iluminação, ele submeteu-se a uma severa e rigorosa disciplina durante seis anos.
Comeu apenas um grão de arroz ou uma semente de gergelim por dia, praticou a redução da sua respiração, submetendo-se a um ascetismo tão extremo, que alguns pensaram que ele havia morrido em razão do seu aspecto desgastado e raquítico,
Todavia, ele possuía a convicção de estar praticando a mais completa forma de automortificação, sem paralelo no passado, presente e futuro.
Entretanto, tudo isso levou-o apenas a concluir que esse ascetismo não era o caminho para a iluminação ou liberação.
A seguir, renunciou à prática da automortificação, não abandonando porém, o seu objetivo; pelo contrário, sua renúncia constituiu o passo mais significativo para a sua iluminação.
Ele abandonou o caminho até então seguido, e decidiu recuperar a resistência física. Primeiramente, purificou seu corpo num rio e então comeu uma tigela de alimento trazida por uma criada da vila.
Quando os cinco ascetas que o acompanhavam viram-no alimentando-se com leite, mel e arroz, concluíram queSiddhartha havia se entregado ao comodismo, e voltaria logo à vida de prazeres.
Apesar disso, estava orgulhoso e confiante nos resultados de sua procura solitária pelo Caminho Médio, entre o vazio do ascetismo e a frívola procura dos prazeres.
Vestido com farrapos, sentou-se num gramado sob uma tília, que mais tarde foi denominada árvore bodhi ou árvore da sabedoria.
Penetrando mais e mais profundamente em seus pensamentos, passou por várias etapas de sua compreensão.
Lutou para atingir a grande iluminação e nunca deixou-se levar pelo exército de tentações e desejos mundanos que procuraram impedi-lo; preferia morrer lutando a viver no fracasso.
Durante sete semanas meditou e chegou à vitória. Na madrugada do qüinquagésimo dia sua visão de sabedoria captou num relance a verdade última da sua vida.
TEXTO DO LIVRO “SÍNTESE DO BUDISMO”
EDITORA BRASIL SEIKYO
KENITIRO UCHIDA.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

TUDO DEVE ENTRAR NO EIXO - POR SANAT KUMARA


No mais expressivo amor do meu ser, comungo hoje convosco na câmara secreta de vossos corações, o vosso templo consagrado na luz do amor universal, que a tudo permeia e a tudo vivifica.Amados, vim hoje para esclarecer este amado canal sobre questões que também são do interesse de muitos de vós neste orbe.Ela indagou acerca dos acontecimentos que estão a atingir de forma mortífera alguns de vós. Falo das catástrofes naturais que se impõem diante de vós e os assombra.Por que tudo isso é necessário?Não seria possível evitar esses fenômenos, perguntou ela?São tantos homens, mulheres e crianças partindo em massa e de forma tão triste.Amados, venho dizer-vos que tudo deve entrar no eixo!

Para isso, alguns dentre vós, escolheram vivenciar esses tempos, sendo vossas as responsabilidades e escolhas. Cada alma encarnada neste orbe vem com uma missão muito especial, visando expurgar os carmas do passado. Portanto, não se compadeçam daqueles que estão simplesmente a cumprir uma missão. Devem, ao revés, ancorar mais lux a essas almas, para que sua libertação seja completa.Entendam bem, o vosso planeta está passando por grandes transformações a fim de dar o salto quântico para a 5ª dimensão da lux, trazendo em seu bojo a humanidade dos filhos da lux.Notem, que cada um de vós sois uma faísca da grande lux, que pulsa intermitente e em sintonia com o fogo no centro da terra. Tudo o que sentis a terra sente, eis que sois todos UNOS na mesma lux.Quando fostes designados a habitar neste orbe e aceitaram a missão; nos primórdios, receberam eflúvios de seres interplanetários, que amorosamente doaram seus conhecimentos na reconstrução deste planeta e de sua humanidade. E ao fazerem isso, infundiram em cada um de vós um impulso atômico que vos fez transitar dentro dos planos evolutivos da terra: o reino mineral, vegetal, animal e hominal.O estágio evolutivo do reino hominal é o ápice dessa escala evolutiva nos planos da matéria e a responsável pelos demais. Isso explica a co-relação que cada alma vivente tem com os reinos da natureza, tornando-os responsáveis pelos acontecimentos de hoje. Percebam que, em estando a mesma lux presente no núcleo central de cada átomo, vossos pensamentos, sentimentos e ações têm relação direta com o que a natureza manifesta hoje.Neste sentido, os grandes hierarcas da lux, insistem em que a mudança para uma vida iluminada depende da evolução espiritual da humanidade, que está no topo da escala evolutiva.Toda a energia que lhes é oferecida, está sendo acelerada de forma a promover a expansão de vossas consciências. Pois, assim, terão condições de conhecer vosso potencial divino, enxergando-se como seres sagrados e, assim, fazer uso dessa energia para vencer as limitações da matéria que os impede de ver a vossa verdadeira essência espiritual, tal qual eu vejo e afirmo: é maravilhosa!Estareis, dessa forma, prontos para a retirada do véu que obscurece o entendimento de que o medo não é real, mas sim uma barreira fantasiosa criada por vossas mentes limitadas. Que as doenças do vosso invólucro físico são produtos de vossos sentimentos de ódio, ira e desamor.Nós precisamos cada vez mais de mentes equilibradas na terra para que, possam passar pelas calamidades e possamos reerguê-los acima destes acontecimentos. É preciso que compartilheis o amor, servindo àqueles que ainda não compreenderam que a lux de Deus nunca falhou e jamais sucumbirá, eis que o reino, o poder e a glória é vossa, amadas sementes.Vosso crescimento depende do conhecimento adquirido. Portanto, buscai conhecer a Lei Maior, buscai a verdade de coração puro e ela se revelará diante de vós.O caminho é longo, mas o tempo urge!Caminhem, avancem, e quando encontrarem pedras de sofrimento, façam delas argamassa para a construção de solo firme, sobre o qual erguerão vosso templo sagrado.Porque sempre estive convosco, eis que sempre estarei, até que nos encontremos na glória do Pai.Deposito minhas bênçãos em cada cálice aqui presente.

Levem as boas novas a quantos puderem.Eternamente presente.
Sanat Kumara.

 

(Mensagem canalizada por Lilian Pantoja em 10/04/2011, durante sessão de meditação da Mesa Rosa dos Ventos)

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http://gruporosadosventos.ning.com 

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Anjo de Luz

segunda-feira, 25 de abril de 2011

LOCALIZAÇÃO DAS COLÔNIAS ESPIRITUAIS SOBRE PLANETA TERRA


Nesta página vamos nos situar um pouco sobre a localização das regiões espirituais e alguns detalhes gerais.

A Primeira e a Segunda Esfera ( Nº 1 e Nº 2) comportam a região mais materializada e densa, conhecida nos livros espirituais como " purgatório", "umbral" e é constituiído de seres super apegados ao Poder, Domínio, Posse e Propriedade. É habitado por Seres que desconhecem a vida espiritual e se a conhecem, a utlizam para escravizar e dominar outros. É uma região bastante complexa de fatos , pois ali estão todos os grandes erros e enganos da humanidade. Há poucas informações , notícias , relatos ou experiência de comunidades de Bem nesta região. Numa página anterior falamos da cidade de Cruzada, habitada por seres muito inteligentes , porém do lado oposto ao da Luz e que foram os personagens da Guerra na Terra chamada de Cruzada..
Nesta esfera, os habitantes vivem em lugares de desolação e miséria. Há grandes tempestades de frio e calor em regiões áridas. Há um céu acima e uma terra onde pisar. Os seres mais endurecidos no ódio formam núcleos e no que é permitido, interferem negativamente na vida dos humanos encarnados. Há animais feios e ferozes nesta região.
Vamos voltar a falar desse ponto - população e condições locais - quando tratarmos dos trabalhos dos Postos de Socorro das Colônias Espirituais no Resgate dos Seres nesta Esfera.

A Terceira Esfera abriga parte dessa população terrestre, porém de maneira mais amena e onde os Espíritos do Bem localizam assistências e onde estão situadas o que é chamado de 'Moradias".
Para se ter uma idéia cada retângulo é o equivalente a uma dessas "Moradias".Estas estações, colônias, núcleos espirituais estão em redor de todo o Planeta e sobre todos os países com uma organização mais ou menos complexa.
Nesta esfera são encontrados pássaros, animais diversos, flores como na Terra.

A Quarta Esfera ainda faz parte da região pesada do Planeta chamada de "Umbral". Ela abriga aqueles espíritos que vão reencarnar.É uma região de transição e onde se localiza a Cidade de NOSSO LAR  ( Sobre a Cidade do Rio de Janeiro) e a Colônia de ALVORADA NOVA ( sobre a cidade de Santos).
Nesta esfera são encontrados pássaros, animais diversos, flores como na Terra, só que muito mais bonitos.

A Quinta, Sexta e Sétima Esferas se difereciam por vibrações distintas à medida que se afastam da superfície.
Nestas Esfera se localizam as Diretrizes do Planeta, principalmente na Sétima onde estão os Grandes Centros de Encontro dos Mestres Ascensionados.
Para se ter uma idéia mais ou menos de sua localização pode-se dizer que as cidades espirituais acima ficam na região da atmosfera chamada de ionosfera.
COMENTÁRIOS GERAIS
O PLANETA TERRA como vimos é um grande corpo de vibração e de energia.
O seu campo magnético se projeta no espaço como o nossos 7 corpos espirituais.
A projeção do corpo magnético da Terra é ativo  e diferenciado.  Estas particularidades de cada região magnética permite que cada uma dessas regiões tenha caracterisiticas próprias.
PARTICULARIDADE CURIOSA
Se você está na 2ª esfera ou na 3ª ou nas demais esferas, você terá um chão onde pisar e um céu acima para olhar.
Os continentes e os mares do Planeta  possuem corpos espirituais que se projetam nestas regiões .
Na esfera onde se localizam as cidades espirituais você terá um chão onde pisar e um céu acima para avistar. Você não verá as fronteiras das esferas acima nem abaixo.  Em qualquer uma das esferas você terá a mesma geografia do Planeta e o mesmo fuso horário.
As passagens entre as ESFERAS ESPIRITUAI são as mais variadas possíveis. Há relatos de saídas chamadas de "campos de saída"; "Túneis"; travessias feitas por "embarcações".
Após esta compreensão linear das 7 esferas de existência e de experiências que envolvem o Planeta e que influenciam diretamente o que acontece no mundo da superfície, vamos dar um passo um pouco além.
É a compreensão de que outros mundos mais sutis existem dentro dos mundos grosseiros.
Já vimos a questão das novas freguências de Luz que estão penetrando a Terra no momento. Estas novas freguências nos permitirão acessar com  mais facilidade os mundos sutis de acordo com a sintonia da pessoa.
BARRA PULSANTE.GIF (10916 bytes)
AMIGOS !
AS ALTERAÇÕES NA MATRIZ DA TERRA ESTÁ AFETANDO TODAS ESTAS ESFERAS ESPIRITUAIS DE UMA FORMA OU DE OUTRA.
EXISTE UMA CORRIDA PARA REENCARNAR E CONCLUIR DETERMINADAS INICIAÇÕES OU CARMAS ANTES DO PROCESSO DE LIMPEZA DA SUPERFÍCIE  DA TERRA.

TODA ESTA MOVIMENTAÇÃO ESTARÁ SENDO COMENTADO NAS PRÓXIMAS PÁGINAS DO SITE.
PEDIMOS A SUA COLABORAÇÃO EM NOS AJUDAR A DIVULGAR ESTE SITE(http://web.prover.com.br/nominato/7.26.htm) A SEUS AMIGOS E PARA DIVULGAR AS TRANSMISSÕES ESPIRITUAIS.
           MUITA PAZ!   

quinta-feira, 14 de abril de 2011

AS SETE LEIS ESPIRITUAIS DO SUCESSO



1. A lei da potencialidade pura 
2. A lei da doação 
3. A lei do carma, ou de causa e efeito 
4. A lei do mínimo esforço 
5. A lei da intenção e do desejo 
6. A lei do distanciamento 
7. A lei do darma, ou do propósito de vida

1 - A LEI DA POTENCIALIDADE PURA
A fonte de toda a criação é a conscientização pura... a potencialidade pura que busca expressar-se do não manifesto ao manifesto... E quando descobrimos que nosso verdadeiro Eu é potencialidade pura, alinhamo-nos à força que coordena tudo no universo.
No princípio 
Não havia existência ou inexistência
O mundo era energia não revelada...
ELE vivia, sem viver, por SEU próprio poder 
E nada mais havia...
– Hino da Criação, do Rig Veda.

A primeira lei espiritual do sucesso é a lei da potencialidade pura. Essa lei se apoia no fato de que somos, essencialmente, consciência pura. Consciência pura significa potencialidade pura. É o campo de todas as possibilidades e da criatividade infinita. Consciência pura é a nossa essência espiritual. Ser infinito e ilimitado é pura satisfação. Outros atributos da conscientização são o conhecimento puro, o silêncio infinito, o equilíbrio perfeito, a invencibilidade, a simplicidade, a felicidade. Essa é a nossa natureza essencial, que é potencialidade pura.
Quando você descobre sua natureza essencial, quando sabe quem realmente é, encontra toda a sua potencialidade. É no conhecer-se que reside a capacidade de realização de todos os sonhos, porque você mesmo representa a possibilidade eterna, a imensurável potencialidade de tudo o que foi e poderá vir a ser.
A lei da potencialidade pura também poderia ser chamada de lei da unidade, pois sob a diversidade infinita da vida encontra-se a unidade do espírito da pessoa. Não existe separação entre você e esse campo de energia. O campo da potencialidade pura é o próprio Eu. E quanto mais você busca a sua verdadeira natureza – o próprio  Eu – mais se aproxima do campo da potencialidade pura.
Na experiência do Eu, chamada auto referência, nosso ponto de referência interior é o espírito e não aquilo que nos rodeia. O seu oposto é o objeto-referência, cujo ponto de referência interior é o ego. Na experiência do objeto-referência nos deixamos influenciar pelo que acontece fora de nossa natureza interior: pelas situações, circunstâncias, pessoas, coisas. Neste estado buscamos incessantemente a aprovação dos outros: nossos pensamentos e comportamentos antecipam-se a toda resposta, porque fundamentam-se no medo.
No objeto-referência nossa tendência é querer controlar as coisas, ter necessidade do poder externo. Todas essas situações – necessidade de aprovação, de poder externo, de controle das coisas – estão baseadas no medo. Esse tipo de força não é a da potencialidade pura, o poder do Eu, o poder real.
Se experimentamos o poder do Eu, não há medo, não há compulsão para o controle, não há esforço para obter aprovação, ou para conseguir o poder externo.
No estado do objeto referência o ego está em primeiro lugar. Mas ele não expressa o que você realmente é. O ego reflete apenas a sua auto imagem, a sua máscara social, o papel que você representa. Sua máscara social necessita de aprovação, de controle, de apoio no poder, porque vive com medo.
Seu verdadeiro Eu – que é seu Espírito, sua alma – está livre dessas coisas. É imune à crítica. Não teme desafios. Não se sente inferior a ninguém. Mas também é humilde. Não se sente superior, porque reconhece que todas as pessoas representam o mesmo Eu, o mesmo espírito com diferentes faces.
Essa é a diferença essencial entre auto referência e objeto referência. Na auto referência você experimenta seu verdadeiro Eu, que não teme desafios, respeita todas as pessoas e não se sente inferior a ninguém. O autopoder é, portanto, o verdadeiro poder.
Já o poder assentado no objeto referência é um falso poder. Por estar fundamentado no ego, ele existe enquanto existir o objeto de referência. Se você tem muito dinheiro, ou um título, um cargo importante – presidente de um país, presidente de uma empresa -, esse poder tão apreciado desaparecerá juntamente com o dinheiro, com o título, com o cargo. O poder baseado no ego, portanto, termina quando acabam essas coisas. Assim que desaparecem – seja o título, o cargo, o dinheiro – o poder também desaparece.
O autopoder, no entanto, é permanente, porque está fundamentado no conhecimento do Eu. O autopoder tem características próprias. Ele atrai não só as coisas que você deseja, como as pessoas que possam lhe interessar. Magnetiza as pessoas, as situações e as circunstâncias que alimentam seus sonhos, apoiando-se nas leis naturais. É também o suporte da divindade que se encontra num ser em estado de graça. É tão intenso esse poder que você encontra prazer em se ligar às pessoas e elas a você. É o poder do vínculo – vínculo originado do amor verdadeiro.
Como é possível aplicar a lei da potencialidade pura, o campo de todas as possibilidades, em nossa vida rotineira? Se você deseja desfrutar os benefícios do campo da potencialidade pura, se quer fazer pleno uso da criatividade  que é inerente à consciência pura, precisará ter acesso a ele. Uma forma de conseguir isso é se entregar diariamente a momentos de silêncio, praticar a meditação, evitar julgamentos. Viver em contato com a natureza é outra maneira de ter acesso às qualidades inerentes a esse campo: a infinita criatividade, a liberdade, a felicidade.
Praticar o silêncio significa assumir o compromisso de reservar uma certa quantidade de tempo para simplesmente ser. Experimentar o silêncio significa afastar-se periodicamente da atividade da fala. Significa, também afastar-se, periodicamente de atividades como assistir à televisão, ouvir um rádio, ler um livro. Se você nunca se entregar à experiência do silêncio, estará provocando turbulência em seu diálogo interior.
Sempre que possível reserve tempo para experimentar o silêncio. Ou assuma o compromisso de manter o silêncio durante um certo período, diariamente. Poderia fazê-lo por duas horas, por exemplo. Se isso lhe parecer muito, faça-o por uma hora apenas. Mas tente sempre aumentar este tempo, experimentar o silêncio por um tempo cada vez maior, um dia inteiro, dois dias, uma semana.
O que acontece quando você entra na experiência do silêncio? No início, seu diálogo interior fica mais turbulento. Sente uma  necessidade intensa de dizer coisas. Conheci pessoas que ficavam completamente loucas nos primeiros dias em que se comprometiam a estender o período de silêncio. Eram tomadas por uma sensação de urgência e ansiedade. Mas quando persistiam na experiência, seu diálogo interior começava a se aquietar. E o silêncio logo se tornava profundo. Isso acontece porque depois de um tempo a mente desiste. Ela se dá conta de que não adianta ficar dando voltar e voltas se você – o Eu, o espírito – não vai falar e ponto final. Então, quando o diálogo interior silencia, você começa a experimentar a quietude do campo da potencialidade pura.
Praticar periodicamente o silêncio da forma que lhe for conveniente é uma maneira de experimentar a lei da potencialidade pura.
A meditação é outra. O ideal seria que você meditasse pelo menos trinta minutos pela manhã e trinta minutos à noite. Pela meditação você aprende a experimentar o campo do silêncio puro e da percepção pura. Nesse campo do silêncio puro está o campo da correlação infinita, o campo do infinito poder de organização, o supremo terreno da criação, onde todas as coisas estão inseparavelmente conectadas a tudo que existe.
Na quinta lei espiritual, a lei da intenção e do desejo, você verá como é possível introduzir um leve impulso de intenção neste campo, para que seus desejos surjam espontaneamente. Mas antes você precisa experimentar a quietude. A quietude é o primeiro requisito para que seus desejos se manifestem. Ela o transporta ao campo da potencialidade pura com infinitas possibilidades de realização.
Imagine-se atirando uma pedrinha num lago tranquilo e observando as ondas que se formam. Momentos depois, quando as ondas cessam, você atira outra pedra. É exatamente o que fazemos quando entramos no campo do silêncio puro e introduzimos uma intenção. No silêncio a intenção mais remota espalha ondas sobre o leito da consciência universal, que interliga todas as coisas. Mas se você não experimentar a quietude da consciência, se sua mente continuar como um oceano turbulento, pode jogar o edifício Empire States dentro dela que nem vai notar.
Na Bíblia há uma frase: “Fique em silêncio, sinta a Minha Presença e saiba que EU SOU Deus”. Isso só se consegue através da meditação.
Outra maneira de acessar o campo da potencialidade pura é através do não julgamento. Julgar é estar constantemente avaliando as coisas como certas ou erradas, boas ou más. Se você está constantemente avaliando, classificando, rotulando, analisando, cria muita turbulência em seu diálogo interior. Essa turbulência restringe o fluxo de energia entre você e o campo da potencialidade pura. Literalmente, você diminui o “espaço vazio” entre os pensamentos.
É através desse espaço vazio que você se liga ao campo da potencialidade pura. É esse estado de percepção pura, esse espaço silencioso entre os pensamentos, essa quietude interior que põe você em contato com o poder verdadeiro. Se você diminuir esse espaço, estará restringindo a sua conexão com o campo da potencialidade pura e da criatividade infinita.
Há uma oração que diz: “hoje não julgarei nada que aconteça”. O não julgamento cria silencio em sua mente. É uma boa ideia, portanto, começar o dia com essa frase. E durante o dia, lembrar dela toda vez que se pegar julgando alguma coisa. Se achar difícil fazer isso durante todo o dia, pelo menos se comprometa a não julgar nada “nas próximas duas horas”, ou “durante uma hora”. Depois, gradualmente, vá aumentando esse tempo.
Pelo silêncio, pela meditação, pelo não julgamento você terá acesso à primeira lei, a lei da potencialidade pura. Quando conseguir isso, poderá acrescentar um quarto componente a essa prática: o contato direto com a natureza, seja num riacho, numa floresta, montanha, lago, praia. Essa comunhão com a natureza o levará a uma interação harmoniosa com todos os elementos das forças vitais e lhe dará a sensação de união com todas as coisas vivas. Ela permitirá, também, o acesso ao campo da potencialidade pura.
Você precisa aprender a entrar em contato com a  mais profunda essência de seu ser. Ela está além do ego, é isenta de medo, livre, imune à crítica, não teme nenhum desafio. Não é inferior nem superior a ninguém, é pura magia, mistério, encantamento.
O acesso à sua verdadeira essência também lhe dará uma pista sobre os seus relacionamentos, pois todo relacionamento é um reflexo do relacionamento que você tem consigo mesmo. Por exemplo, se você sente culpa, medo, insegurança em relação ao dinheiro, ao sucesso, ao que for, isso é reflexo de aspectos básicos de sua personalidade, aspectos de culpa, medo e insegurança. Nenhuma quantia de dinheiro ou sucesso resolverá esses problemas básicos da sua vida. Somente a intimidade com o seu verdadeiro Eu, permitirá superar tais problemas.
Quando você conhece bem seu verdadeiro Eu, quando compreende realmente a sua verdadeira natureza, não sente culpa, nem medo, nem insegurança, seja em relação a dinheiro, abundância, ou realização dos desejos, pois sabe que a essência de todos os bens materiais, é energia vital, é potencialidade pura. E potencialidade pura é a sua natureza intrínseca.
Quanto mais você acessa a sua verdadeira natureza, mais espontaneamente aparecem os pensamentos criativos, porque o campo da potencialidade pura também é o campo da criatividade infinita e do conhecimento puro. Franz Kafka, filósofo e poeta austríaco disse certa vez: “Você não precisa sair de seu quarto. Fique sentado diante da mesa e ouça. Não precisa nem ouvir, simplesmente espere. Não precisa nem esperar, aprenda somente a ficar quieto, silencioso, solitário. O mundo se oferecerá espontaneamente a você para ser descoberto. Ele não tem outra escolha senão jogar-se em êxtase a seus pés.”
A riqueza do universo, a visível abundância do universo, é uma expressão do poder criativo da natureza. Mas primeiro você tem de superar a turbulência do seu diálogo interior para entrar em contato com esse abundante, pródigo e infinito poder. Só então criará a possibilidade de uma atividade dinâmica e terá consigo a quietude da mente eterna, ilimitada e criativa. Essa requintada combinação de mente silenciosa – ilimitada e infinita – com mente dinâmica – limitada e individual – estabelece um equilíbrio perfeito entre quietude e movimento simultâneos, o equilíbrio criador de tudo o que você quiser. A coexistência dos opostos – quietude e dinamismo ao mesmo tempo – torna você independente das situações, das circunstâncias, das pessoas, das coisas.
Quando você compreende a requintada coexistência dos opostos, entra em alinhamento com o mundo da energia, o caldo quântico, a substância imaterial, que é a fonte do mundo material. O mundo da energia é fluente, dinâmico, elástico, mutável, eterno movimento. Ao mesmo tempo é imutável, quieto, tranquilo, silencioso, eterno repouso.
A quietude por si só é o potencial da criatividade. O movimento por si só é a criatividade restrita a certos aspectos da sua expressão. Mas a combinação do movimento com a quietude capacita você a desencadear sua criatividade em todas as direções – até onde o poder de sua atenção o possa levar.  
Se a quietude acompanha sempre o movimento e a atividade, seja qual for a direção que você seguir, o movimento caótico ao seu redor não poderá impedir seu acesso ao reservatório da criatividade, ao campo da potencialidade pura.

APLICAÇÃO DA LEI DA POTENCIALIDADE PURA  
Você pode colocar a lei da potencialidade pura em ação assumindo o compromisso de dar os seguintes passos:  
1)   Entrar em contato com o campo da potencialidade pura, reservando um momento do dia para ficar em silêncio, para apenas ser. Ficar sozinho em meditação silenciosa pelo menos duas vezes ao dia por, aproximadamente, trinta minutos pela manhã e trinta minutos à noite.  
2)   Reservar um período do dia para comungar com a natureza e observar em silêncio e assistir ao pôr-do-sol, ouvir o ruído do oceano ou de um rio, ou simplesmente sentir o perfume de uma flor. No êxtase do silêncio, e em comunhão com a natureza, desfrutar a pulsação vital das eras, o campo da potencialidade pura e da criatividade ilimitada.  
3)   Praticar o não julgamento. Começar o dia dizendo: “hoje, não julgarei nada que aconteça” e durante todo o dia lembrar de não fazer julgamentos.
AS SETE LEIS ESPIRITUAIS DO SUCESSO 
AUTOR DEEPAK CHOPRA 
EDITORA BEST SELLER